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  • Correios S/A

    Correios consegue aval para ser operadora de celular, objetivo é lucrar R$ 1,5 bilhão!

  • Edição 86 #

    lEIA O JORNAL CORREIO DO TRABALHADOR

  • Demissão Irregular #

    Carteiro é reintegrado em Ubatuba

  • Lucro só aumenta:

    E a PLR?

  • sexta-feira, 1 de agosto de 2014

    Ato simbólico em Bauru com representantes do Sintect-VP


    Na última quarta-feira, dia 30, a Fentect protocolou a pauta de reivindicações da Campanha Salarial 2014/2015, em Brasília, junto ao vice-presidente de Recursos Humanos Nelson Luiz Oliveira de Freitas, presidente em exercício.
    Na lista de reivindicações conta, entre outras demandas, a reposição da inflação registrada no período em 6,40%, além de 8% em aumento real e 11,93% relativos às perdas salariais do plano real. Os trabalhadores também exigem um reajuste linear de R$ 300,0 (trezentos reais) para todos os ecetistas.
    Para que a greve não aconteça, esperamos que a direção da Empresa se antecipe ao nosso calendário de lutas e atenda aos anseios dos ecetistas. Nos últimos três anos as negociações só tem acontecido via Tribunal Superior do Trabalho (TST), mas em ano eleitoral esta direção petista dos Correios tem muitos motivos a mais para evitar esse combate direto com nossa categoria.

    Direção dos Correios teme greve

    A data base dos Correios está marcada para hoje, dia 1 de agosto e a Empresa já abriu negociação temendo a possível greve da categoria a partir de 18 de setembro.
    A ECT informou à Agência Brasil que já está analisando as pautas. A direção dos Correios ressaltou que tais reivindicações podem causar impacto considerável nas folhas de pagamento da Empresa e que estão planejando quais demandas poderão ser atendidas.
    As primeiras reuniões para negociações das pautas de reivindicações estão previstas para os dias 6 e 7 de agosto. 
    A estatal também declarou à Agência Brasil que está "sempre aberta" ao diálogo com os trabalhadores através da Mesa Nacional de Negociação Permanente e que tem o intuito de fechar um acordo que seja "bom para os trabalhadores e também para os Correios” e que fará todos os esforços para evitar paralisações e a tão temida greve. Está claro que governo e patrões temem a união e luta dos trabalhadores, ainda mais em ano eleitoral, por isto a direção da Empresa já está preparando um plano de "continuidade de negócios" no caso de greve, evitando assim os prejuízos. 

    Ato em Bauru

    Representantes sindicais também realizaram um ato simbólico em Bauru e protocolaram a pauta na Direção da Regional SPI e Administração Central dos Correios.
    O Sintect-VP enviou os diretores Alexandre Silvério (Xandão) e Moisés do CDD Satélite que também é suplente ao Comando de Negociações.
    Esta ação foi para demonstrar a força e disposição de luta dos ecetistas, que apesar dos ataques e retaliações da Empresa, não arredou o pé de suas convicções e vai se mobilizar por seus direitos. Os trabalhadores estão se unindo e preparam uma forte Campanha Salarial para este ano. 
    Participaram deste ato os Sindicatos dos Correios de Campinas, Ribeirão Preto, São José do Rio Preto e Vale do Paraíba. 
    O Sintect-VP acredita este é o momento de união de todos os ecetistas para fortalecer a luta e conseguir alcançar nossas reivindicações. Para isto é necessário deixar as divergências de lado e defender cada colega que tem os direitos atacados tal qual o nosso. 
    Nesta Campanha Salarial continuaremos nossa luta contra a privatização do plano de saúde que tem piorado constantemente, pelo pagamento retroativo do Vale Cultura e pelo pagamento imediato da PLR. Aos atendentes comerciais exigimos uma jornada de 6 horas e mais segurança nas agências, se for para fazer serviço bancário, que tenhamos as mesmas condições que os trabalhadores dos bancos.
    A direção dos Correios tem toda razão em temer paralizações, pois a possibilidade de greve é real e muito forte.
    Conclamamos todos os trabalhadores a estarem juntos nesta luta! Vamos pressionar a ECT e dar nosso recado: 
    A unificação dos Ecetistas é capaz de sacudir este país! 
    #CampanhaSalarialCorreios2014  #VaiTerLuta !

    Assintam ao vídeo do ato em Bauru com fala do companheiro Moisés, veja pelo link:
    https://www.facebook.com/photo.php?v=743771809030010&set=vb.100001915936198&type=2&theater&notif_t=like_tagged

    Pauta da Campanha Salarial foi protocolada. ECT já está analisando e quer evitar greve.

    Postado As:  06:55  |  Em:    |  Mais informações »

    Ato simbólico em Bauru com representantes do Sintect-VP


    Na última quarta-feira, dia 30, a Fentect protocolou a pauta de reivindicações da Campanha Salarial 2014/2015, em Brasília, junto ao vice-presidente de Recursos Humanos Nelson Luiz Oliveira de Freitas, presidente em exercício.
    Na lista de reivindicações conta, entre outras demandas, a reposição da inflação registrada no período em 6,40%, além de 8% em aumento real e 11,93% relativos às perdas salariais do plano real. Os trabalhadores também exigem um reajuste linear de R$ 300,0 (trezentos reais) para todos os ecetistas.
    Para que a greve não aconteça, esperamos que a direção da Empresa se antecipe ao nosso calendário de lutas e atenda aos anseios dos ecetistas. Nos últimos três anos as negociações só tem acontecido via Tribunal Superior do Trabalho (TST), mas em ano eleitoral esta direção petista dos Correios tem muitos motivos a mais para evitar esse combate direto com nossa categoria.

    Direção dos Correios teme greve

    A data base dos Correios está marcada para hoje, dia 1 de agosto e a Empresa já abriu negociação temendo a possível greve da categoria a partir de 18 de setembro.
    A ECT informou à Agência Brasil que já está analisando as pautas. A direção dos Correios ressaltou que tais reivindicações podem causar impacto considerável nas folhas de pagamento da Empresa e que estão planejando quais demandas poderão ser atendidas.
    As primeiras reuniões para negociações das pautas de reivindicações estão previstas para os dias 6 e 7 de agosto. 
    A estatal também declarou à Agência Brasil que está "sempre aberta" ao diálogo com os trabalhadores através da Mesa Nacional de Negociação Permanente e que tem o intuito de fechar um acordo que seja "bom para os trabalhadores e também para os Correios” e que fará todos os esforços para evitar paralisações e a tão temida greve. Está claro que governo e patrões temem a união e luta dos trabalhadores, ainda mais em ano eleitoral, por isto a direção da Empresa já está preparando um plano de "continuidade de negócios" no caso de greve, evitando assim os prejuízos. 

    Ato em Bauru

    Representantes sindicais também realizaram um ato simbólico em Bauru e protocolaram a pauta na Direção da Regional SPI e Administração Central dos Correios.
    O Sintect-VP enviou os diretores Alexandre Silvério (Xandão) e Moisés do CDD Satélite que também é suplente ao Comando de Negociações.
    Esta ação foi para demonstrar a força e disposição de luta dos ecetistas, que apesar dos ataques e retaliações da Empresa, não arredou o pé de suas convicções e vai se mobilizar por seus direitos. Os trabalhadores estão se unindo e preparam uma forte Campanha Salarial para este ano. 
    Participaram deste ato os Sindicatos dos Correios de Campinas, Ribeirão Preto, São José do Rio Preto e Vale do Paraíba. 
    O Sintect-VP acredita este é o momento de união de todos os ecetistas para fortalecer a luta e conseguir alcançar nossas reivindicações. Para isto é necessário deixar as divergências de lado e defender cada colega que tem os direitos atacados tal qual o nosso. 
    Nesta Campanha Salarial continuaremos nossa luta contra a privatização do plano de saúde que tem piorado constantemente, pelo pagamento retroativo do Vale Cultura e pelo pagamento imediato da PLR. Aos atendentes comerciais exigimos uma jornada de 6 horas e mais segurança nas agências, se for para fazer serviço bancário, que tenhamos as mesmas condições que os trabalhadores dos bancos.
    A direção dos Correios tem toda razão em temer paralizações, pois a possibilidade de greve é real e muito forte.
    Conclamamos todos os trabalhadores a estarem juntos nesta luta! Vamos pressionar a ECT e dar nosso recado: 
    A unificação dos Ecetistas é capaz de sacudir este país! 
    #CampanhaSalarialCorreios2014  #VaiTerLuta !

    Assintam ao vídeo do ato em Bauru com fala do companheiro Moisés, veja pelo link:
    https://www.facebook.com/photo.php?v=743771809030010&set=vb.100001915936198&type=2&theater&notif_t=like_tagged

    quarta-feira, 30 de julho de 2014



    Em assembleia realizada ontem, terça-feira dia 29, ecetistas de toda a região tomaram conhecimento de toda a pauta de reivindicações votada no CONREP e aprovaram por unanimidade as cláusulas.

    O plenário também escolheu os seus representantes ao Comando Nacional de Negociações, sendo eleita a chapa 1 com Marcílio Medeiros e o diretor lotado no CDD Satélite de SJCampos Moisés, como suplente. 

    O resultado foi o seguinte: 38 (trinta e oito) votos para a Chapa 1 - 11 (onze) votos para a Chapa 2 e 1 (uma) abstenção.

    As votações ocorreram de forma democrática, com tempo igual para as intervenções e todos os esclarecimentos foram feitos antes do processo. Importante lembrar que a Fentect orienta que os sindicatos podem indicar os membros ao Comando, mas o Sintect-VP é contra essa prática e colocou em votação para que a base escolhesse seus representantes.
    Inicialmente, o presidente do Sintect-VP Marcílio Medeiros informou aos presentes como foi o CONREP, Conselho de Representantes da Federação que este ano decidiu unificar o calendário de lutas e a mesa de negociação para fortalecer a Campanha Salarial, proposta sempre defendida pela CSP-Conlutas.
    Após os informes gerais os diretores que compunham a mesa fizeram a leitura de toda a pauta de reivindicações, abrindo o microfone para destaques e dúvidas dos ecetistas.

    Participação nos Lucros e Resultados
    É compreensível que toda a categoria esteja revoltada com o descaso, por parte da direção da empresa, que vem sendo tratada a nossa PLR. 

    Veja o texto que consta na pauta sobre nossas reivindicações da PL:

    "A ECT pagará a todos os empregados a PL (Participação nos Lucros), conforme lucros obtidos, cabendo à ECT repassar à FENTECT, através de sua comissão de empregados constituída para debater este tema, o levantamento de todo o faturamento e lucro da empresa, do controle mensal de objetos manipulados, com verificação dos contratos com os médios e grandes clientes e averiguação de gastos com fornecedores e despesas gerais para que se possa processar a Participação nos Lucros para os empregados.

    1º- A PL será linear, com valor igual para todos os empregados e sem metas e critérios.
    2º- A PL será incorporada aos salários.
    3º- As negociações sobre o pagamento da PL se darão logo após a ECT apresentar os resultados do trabalho feito pela categoria, ou seja, no início do ano.
    4º- Caso a ECT não cumpra o prazo estabelecido em Acordo Coletivo de Trabalho, a mesma pagará R$ 1.500,00 (um mil e quinhentos reais) a cada empregado e negociará uma nova data para a PL, com multa diária.
    5º- São compreendidos como lucro, além dos valores líquidos resultantes do ativo/passivo, os valores aplicados nas atividades patrocinadas pela empresa como as esportivas, sociais e de investimento em tecnologia, ampliação de estruturação física e propaganda e outros investimentos;
    6º- A ECT abrirá as contas da Empresa à Comissão eleita pelos empregados.
    7º- A PL será paga em conformidade com a Lei 10.101 de 19 de dezembro de 2000, não podendo a ECT efetuar o seu pagamento aos empregados de forma unilateral.


    Ecetistas do Vale aprovam pauta da Campanha Salarial. PLR é uma das principais reivindicações

    Postado As:  11:28  |  Em:    |  Mais informações »



    Em assembleia realizada ontem, terça-feira dia 29, ecetistas de toda a região tomaram conhecimento de toda a pauta de reivindicações votada no CONREP e aprovaram por unanimidade as cláusulas.

    O plenário também escolheu os seus representantes ao Comando Nacional de Negociações, sendo eleita a chapa 1 com Marcílio Medeiros e o diretor lotado no CDD Satélite de SJCampos Moisés, como suplente. 

    O resultado foi o seguinte: 38 (trinta e oito) votos para a Chapa 1 - 11 (onze) votos para a Chapa 2 e 1 (uma) abstenção.

    As votações ocorreram de forma democrática, com tempo igual para as intervenções e todos os esclarecimentos foram feitos antes do processo. Importante lembrar que a Fentect orienta que os sindicatos podem indicar os membros ao Comando, mas o Sintect-VP é contra essa prática e colocou em votação para que a base escolhesse seus representantes.
    Inicialmente, o presidente do Sintect-VP Marcílio Medeiros informou aos presentes como foi o CONREP, Conselho de Representantes da Federação que este ano decidiu unificar o calendário de lutas e a mesa de negociação para fortalecer a Campanha Salarial, proposta sempre defendida pela CSP-Conlutas.
    Após os informes gerais os diretores que compunham a mesa fizeram a leitura de toda a pauta de reivindicações, abrindo o microfone para destaques e dúvidas dos ecetistas.

    Participação nos Lucros e Resultados
    É compreensível que toda a categoria esteja revoltada com o descaso, por parte da direção da empresa, que vem sendo tratada a nossa PLR. 

    Veja o texto que consta na pauta sobre nossas reivindicações da PL:

    "A ECT pagará a todos os empregados a PL (Participação nos Lucros), conforme lucros obtidos, cabendo à ECT repassar à FENTECT, através de sua comissão de empregados constituída para debater este tema, o levantamento de todo o faturamento e lucro da empresa, do controle mensal de objetos manipulados, com verificação dos contratos com os médios e grandes clientes e averiguação de gastos com fornecedores e despesas gerais para que se possa processar a Participação nos Lucros para os empregados.

    1º- A PL será linear, com valor igual para todos os empregados e sem metas e critérios.
    2º- A PL será incorporada aos salários.
    3º- As negociações sobre o pagamento da PL se darão logo após a ECT apresentar os resultados do trabalho feito pela categoria, ou seja, no início do ano.
    4º- Caso a ECT não cumpra o prazo estabelecido em Acordo Coletivo de Trabalho, a mesma pagará R$ 1.500,00 (um mil e quinhentos reais) a cada empregado e negociará uma nova data para a PL, com multa diária.
    5º- São compreendidos como lucro, além dos valores líquidos resultantes do ativo/passivo, os valores aplicados nas atividades patrocinadas pela empresa como as esportivas, sociais e de investimento em tecnologia, ampliação de estruturação física e propaganda e outros investimentos;
    6º- A ECT abrirá as contas da Empresa à Comissão eleita pelos empregados.
    7º- A PL será paga em conformidade com a Lei 10.101 de 19 de dezembro de 2000, não podendo a ECT efetuar o seu pagamento aos empregados de forma unilateral.




    Para entender um pouco mais sobre CorreiosPar, publicamos a entrevista de Wagner Pinheiro, presidente dos Correios, em que ele explica as mudanças na ECT para a revista Carta Capital.

    O presidente dos Correios, Wagner Pinheiro, aposta na diversificação para aumentar receita.
    No dia 7 de julho os Correios aprovaram a criação da CorreiosPar, subsidiária responsável por administrar um grupo de companhias com a missão de mudar completamente o perfil da estatal. 
    A Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos foi fundada há 350 anos no intuito de ser responsável pelas entregas de cartas e objetos à população. 
    Porém, ultimamente sequer estes serviços básicos a direção dos Correios vem exercendo com competência, pois a cada dia é mudado o foco da empresa, aumentando os serviços e nenhum investimento é feito para oferecer melhores condições de trabalho aos funcionários e para melhor atender a população.
    Agora a ECT pretende, além de toda a logística de entregas, agregar outros negócios como:  Prestar serviços de comunicação digital, operação de telefonia móvel, serviços bancários e transporte aéreo de cargas. 
    Em entrevista, Wagner Pinheiro admite que tais medidas são para dobrar a receita da Empresa, que hoje já é de 16,6 bilhões de reais, espremendo o máximo possível para extrair esses lucros dos trabalhadores e depois sequer repartir o lucro, como visto nesta "novela" que se tornou nossa PLR deste ano.
    Que o fluxo de cartas e mensagens escritas em papel diminuiu ao longo dos anos, isto é inegável, faz parte das inovações tecnológicas, mas ainda é responsável por 53% de toda receita da Empresa. Apesar disso, existe um aumento considerável em compras pela internet e entregas de objetos registrados. O que fez com que em 2013, os Correios lucrassem 325 milhões de reais.
    Porém, a direção dos Correios só pensa em aumentar cada vez mais os lucros, seguindo a lógica do sistema capitalista. Desta forma, os funcionários são pressionados a trabalhar por 2 ou mais, existe um descaso com o bem estar dos ecetistas que não possuem condições dignas de trabalho, os salários são os mais baixos entre todas as empresas estatais, a negociação da Participação nos Lucros e Resultados é tratada com desrespeito, as tarifas de postagens só aumentam e os patrões estão em constantes reuniões para buscar outras fontes de arrecadar mais dinheiro.
    Veja alguns trechos da entrevista:
    Revista CartaCapital: Que serviços os Correios irão oferecer?
    Wagner Pinheiro: Trabalhamos para atuar mais fortemente com comunicação digital, serviços bancários e entrar na telefonia celular virtual. Desde o ano passado usamos a tecnologia chamada e-Carta, pela qual o cliente manda um e-mail com um arquivo, os Correios imprimem e enviam a partir do posto mais próximo do destinatário. Prestamos o serviço para tribunais de Justiça e digitalizamos esses documentos para mantê-los guardados pelo tempo necessário. Vamos acelerar a oferta dessa modalidade a partir da parceria com a companhia Valid, de certificação digital e gestão de documentos eletrônicos.
    Revista CartaCapital: Em que fase está esta mudança?
    Wagner Pinheiro:  Pretendemos operar a partir de novembro. 
    Revista CartaCapital: Como está a experiência dos Correios no setor financeiro?
    Wagner Pinheiro: Ampliamos neste ano a parceria com o Banco do Brasil no Banco Postal criado em 2000, para oferecer todos os produtos disponíveis em qualquer instituição bancária, um serviço anteriormente não permitido aos Correios. Temos projeto piloto em 80 agências e 3 milhões de contas foram abertas com o Banco do Brasil. Nosso objetivo é aumentar significativamente esse mercado. Em mais de 1,6 mil municípios, a única agência é o Banco Postal. 
    Revista CartaCapital: Quando deverá ser lançado o serviço de telefonia celular virtual?
    Wagner Pinheiro: O projeto com o Poste Italiane, com a marca Poste Mobile, só não andou mais rápido por causa de uma mudança na diretoria do grupo italiano. Pretendemos retomá-lo no segundo semestre, quando escolheremos o parceiro para a infraestrutura do serviço, uma operadora de celular tradicional. Usaremos a rede deste parceiro, mas todo o relacionamento do cliente será com a nossa estrutura de atendimento. Esse tipo de serviço tem abocanhado 8% da parcela do mercado global de telefonia móvel nos países onde é implantada. Queremos ser líderes no Brasil também nesse segmento.
    Revista CartaCapital: O que determinará a escolha do parceiro?
    Wagner Pinheiro: As melhores condições oferecidas pelos grandes operadores quanto à abrangência, custo e oferta de serviços. A Poste Mobile terá a maior parte do capital e nós ficaremos com cerca de 49% via CorreiosPar.
    Revista CartaCapital: Ter a maior parte do faturamento proveniente de correspondência é uma desvantagem para os Correios hoje?
    Wagner Pinheiro: Não. A experiência e a credibilidade adquiridas com essa operação nos permitirão ampliar nossos serviços. Aumentamos os investimentos na entrega de encomendas para construir uma grande empresa de logística. O objetivo é em dez anos faturar 15 bilhões de reais por ano nessa área, o equivalente à receita atual dos Correios. Ofereceremos serviços integrados para empresas interessadas em terceirizar a gestão de estoques.
    Revista CartaCapital: Como se dá a atuação dos Correios no comércio eletrônico?
    Wagner Pinheiro: Temos 45% do segmento de comércio eletrônico no Brasil, por meio de parcerias com 6 mil lojistas, entre eles grandes varejistas como o Magazine Luiza e serviços de venda pela internet como a Netshoes, o Mercado Livre e o PayPal. O segmento representa 23% da nossa receita de encomendas.  Os Correios cresceram 17% nesse setor, em 2013. Queremos incrementar o serviço com controle e manutenção de estoque, busca de produtos nas fábricas, entrega aos clientes, logística reversa para troca e conserto.
    Revista CartaCapital: Os Correios temem a concorrência da americana FedEx no mercado brasileiro?
    Wagner Pinheiro: Toda concorrência preocupa. Mas crescemos mais de 25% ao ano na entrega de encomendas nos últimos anos, fruto do aumento do comércio eletrônico. Temos um terço desse mercado no Brasil. A entrada da FedEx nos obriga a ser mais eficientes.
    Revista CartaCapital: Como a empresa tem se preparado para crescer em encomendas?
    Wagner Pinheiro: Investimos em tecnologia da informação, melhora do rastreamento e infraestrutura, com ampliação da nossa rede de centros de logística. Até 2017, os investimentos chegarão a 900 milhões de reais. Abrimos 20 mil postos de trabalho nos últimos três anos. Isso tudo faz parte do esforço para melhorar o atendimento. Avaliamos também uma parceria com uma empresa privada de logística para ampliar nossa participação com maior rapidez. No setor de transporte aéreo de cargas, aguardamos a aprovação do Cade para adquirirmos uma parcela de 45% a 49% dos Correios na Rio Linhas Aéreas.
    * O Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) já aprovou em 25 de julho a participação dos Correios na Rio Linhas Aéreas.

    CorreiosPar: Em entrevista, presidente da ECT admite que o intuito é dobrar o lucro! Receita hoje já é de 16,6 bilhões

    Postado As:  10:35  |  Em:    |  Mais informações »



    Para entender um pouco mais sobre CorreiosPar, publicamos a entrevista de Wagner Pinheiro, presidente dos Correios, em que ele explica as mudanças na ECT para a revista Carta Capital.

    O presidente dos Correios, Wagner Pinheiro, aposta na diversificação para aumentar receita.
    No dia 7 de julho os Correios aprovaram a criação da CorreiosPar, subsidiária responsável por administrar um grupo de companhias com a missão de mudar completamente o perfil da estatal. 
    A Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos foi fundada há 350 anos no intuito de ser responsável pelas entregas de cartas e objetos à população. 
    Porém, ultimamente sequer estes serviços básicos a direção dos Correios vem exercendo com competência, pois a cada dia é mudado o foco da empresa, aumentando os serviços e nenhum investimento é feito para oferecer melhores condições de trabalho aos funcionários e para melhor atender a população.
    Agora a ECT pretende, além de toda a logística de entregas, agregar outros negócios como:  Prestar serviços de comunicação digital, operação de telefonia móvel, serviços bancários e transporte aéreo de cargas. 
    Em entrevista, Wagner Pinheiro admite que tais medidas são para dobrar a receita da Empresa, que hoje já é de 16,6 bilhões de reais, espremendo o máximo possível para extrair esses lucros dos trabalhadores e depois sequer repartir o lucro, como visto nesta "novela" que se tornou nossa PLR deste ano.
    Que o fluxo de cartas e mensagens escritas em papel diminuiu ao longo dos anos, isto é inegável, faz parte das inovações tecnológicas, mas ainda é responsável por 53% de toda receita da Empresa. Apesar disso, existe um aumento considerável em compras pela internet e entregas de objetos registrados. O que fez com que em 2013, os Correios lucrassem 325 milhões de reais.
    Porém, a direção dos Correios só pensa em aumentar cada vez mais os lucros, seguindo a lógica do sistema capitalista. Desta forma, os funcionários são pressionados a trabalhar por 2 ou mais, existe um descaso com o bem estar dos ecetistas que não possuem condições dignas de trabalho, os salários são os mais baixos entre todas as empresas estatais, a negociação da Participação nos Lucros e Resultados é tratada com desrespeito, as tarifas de postagens só aumentam e os patrões estão em constantes reuniões para buscar outras fontes de arrecadar mais dinheiro.
    Veja alguns trechos da entrevista:
    Revista CartaCapital: Que serviços os Correios irão oferecer?
    Wagner Pinheiro: Trabalhamos para atuar mais fortemente com comunicação digital, serviços bancários e entrar na telefonia celular virtual. Desde o ano passado usamos a tecnologia chamada e-Carta, pela qual o cliente manda um e-mail com um arquivo, os Correios imprimem e enviam a partir do posto mais próximo do destinatário. Prestamos o serviço para tribunais de Justiça e digitalizamos esses documentos para mantê-los guardados pelo tempo necessário. Vamos acelerar a oferta dessa modalidade a partir da parceria com a companhia Valid, de certificação digital e gestão de documentos eletrônicos.
    Revista CartaCapital: Em que fase está esta mudança?
    Wagner Pinheiro:  Pretendemos operar a partir de novembro. 
    Revista CartaCapital: Como está a experiência dos Correios no setor financeiro?
    Wagner Pinheiro: Ampliamos neste ano a parceria com o Banco do Brasil no Banco Postal criado em 2000, para oferecer todos os produtos disponíveis em qualquer instituição bancária, um serviço anteriormente não permitido aos Correios. Temos projeto piloto em 80 agências e 3 milhões de contas foram abertas com o Banco do Brasil. Nosso objetivo é aumentar significativamente esse mercado. Em mais de 1,6 mil municípios, a única agência é o Banco Postal. 
    Revista CartaCapital: Quando deverá ser lançado o serviço de telefonia celular virtual?
    Wagner Pinheiro: O projeto com o Poste Italiane, com a marca Poste Mobile, só não andou mais rápido por causa de uma mudança na diretoria do grupo italiano. Pretendemos retomá-lo no segundo semestre, quando escolheremos o parceiro para a infraestrutura do serviço, uma operadora de celular tradicional. Usaremos a rede deste parceiro, mas todo o relacionamento do cliente será com a nossa estrutura de atendimento. Esse tipo de serviço tem abocanhado 8% da parcela do mercado global de telefonia móvel nos países onde é implantada. Queremos ser líderes no Brasil também nesse segmento.
    Revista CartaCapital: O que determinará a escolha do parceiro?
    Wagner Pinheiro: As melhores condições oferecidas pelos grandes operadores quanto à abrangência, custo e oferta de serviços. A Poste Mobile terá a maior parte do capital e nós ficaremos com cerca de 49% via CorreiosPar.
    Revista CartaCapital: Ter a maior parte do faturamento proveniente de correspondência é uma desvantagem para os Correios hoje?
    Wagner Pinheiro: Não. A experiência e a credibilidade adquiridas com essa operação nos permitirão ampliar nossos serviços. Aumentamos os investimentos na entrega de encomendas para construir uma grande empresa de logística. O objetivo é em dez anos faturar 15 bilhões de reais por ano nessa área, o equivalente à receita atual dos Correios. Ofereceremos serviços integrados para empresas interessadas em terceirizar a gestão de estoques.
    Revista CartaCapital: Como se dá a atuação dos Correios no comércio eletrônico?
    Wagner Pinheiro: Temos 45% do segmento de comércio eletrônico no Brasil, por meio de parcerias com 6 mil lojistas, entre eles grandes varejistas como o Magazine Luiza e serviços de venda pela internet como a Netshoes, o Mercado Livre e o PayPal. O segmento representa 23% da nossa receita de encomendas.  Os Correios cresceram 17% nesse setor, em 2013. Queremos incrementar o serviço com controle e manutenção de estoque, busca de produtos nas fábricas, entrega aos clientes, logística reversa para troca e conserto.
    Revista CartaCapital: Os Correios temem a concorrência da americana FedEx no mercado brasileiro?
    Wagner Pinheiro: Toda concorrência preocupa. Mas crescemos mais de 25% ao ano na entrega de encomendas nos últimos anos, fruto do aumento do comércio eletrônico. Temos um terço desse mercado no Brasil. A entrada da FedEx nos obriga a ser mais eficientes.
    Revista CartaCapital: Como a empresa tem se preparado para crescer em encomendas?
    Wagner Pinheiro: Investimos em tecnologia da informação, melhora do rastreamento e infraestrutura, com ampliação da nossa rede de centros de logística. Até 2017, os investimentos chegarão a 900 milhões de reais. Abrimos 20 mil postos de trabalho nos últimos três anos. Isso tudo faz parte do esforço para melhorar o atendimento. Avaliamos também uma parceria com uma empresa privada de logística para ampliar nossa participação com maior rapidez. No setor de transporte aéreo de cargas, aguardamos a aprovação do Cade para adquirirmos uma parcela de 45% a 49% dos Correios na Rio Linhas Aéreas.
    * O Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) já aprovou em 25 de julho a participação dos Correios na Rio Linhas Aéreas.

    segunda-feira, 28 de julho de 2014


    No último dia 23, o Ministério das Relações Exteriores do Brasil divulgou uma nota criticando Israel pelos ataques. A nota afirmava que o "conflito" era "inaceitável". "Condenamos energicamente o uso desproporcional da força por Israel na Faixa de Gaza, do qual resultou elevado número de vítimas civis, incluindo mulheres e crianças", afirma a nota. Além disso, o governo convocou o embaixador brasileiro em Israel para "consultas", o que em linguagem diplomática demonstra desaprovação em relação a determinado país. O Brasil também votou a favor de investigações sobre "supostos crimes de guerra na Faixa de Gaza" no Conselho de Direitos Humanos da ONU.
    Apesar de Dilma não ter rompido com Israel e o Itamaraty reconhecer o direito de "Israel se defender", além de responsabilizar o Hamas pelos ataques, a resposta do governo israelense ao governo brasileiro foi desrespeitosa.
    O Ministro das Relações Exteriores de Israel, Yigal Palmor, deu uma declaração ao jornal "The Jerusalem Post" afirmando que o Brasil, que era um "gigante econômico e cultural, mas continua a ser um anão diplomático".
    Yigal Palmor foi mais ainda mais longe e, no auge de sua ironia e prepotência, afirmou que "desproporcional" havia sido a goleada de 7 a 1 que o Brasil levou da seleção da Alemanha na Copa do Mundo, mostrando como Israel trata com deboche o massacre que promove na Palestina.
    Estamos acompanhando em tempo real pelas informações e imagens chocantes que chegam pela internet, o genocídio que está acontecendo em Gaza, promovido pelo Estado de Israel. Mesmo assim, os governantes dos países fazem "vista grossa" aos acontecimentos, permitindo crueldades tais como as vistas no holocausto.
    O Brasil continua mantendo relações diplomáticas com o governo deste país e, acordos comerciais como o Tratado de Livre Comércio Israel-Mercosul e acordos de cooperação para tecnologia bélica e de defesa e segurança, como o que mantém desde 2010. Uma grande empresa de armamento israelense, por exemplo, a Elbit Systems, tem contrato com as Forças Armadas brasileiras. Para a Copa do Mundo, o Brasil adquiriu um drone israelense por nada menos que R$ 18 milhões. Recursos que financiam a matança de crianças palestinas.
    O Sintect-VP expressa seu apoio à todas as famílias da Palestina e ao povo trabalhador que está sendo dizimado. Somos contra todo e qualquer ataque genocida! Pela paz no Oriente Médio! Defendemos que o Brasil anule todos os contratos de defesa e segurança com este Estado que mata trabalhadores.
    Informações via www.pstu.org.br

    Ministério das Relações Exteriores de Israel chama Brasil de "Anão diplomático"

    Postado As:  11:10  |  Em:    |  Mais informações »


    No último dia 23, o Ministério das Relações Exteriores do Brasil divulgou uma nota criticando Israel pelos ataques. A nota afirmava que o "conflito" era "inaceitável". "Condenamos energicamente o uso desproporcional da força por Israel na Faixa de Gaza, do qual resultou elevado número de vítimas civis, incluindo mulheres e crianças", afirma a nota. Além disso, o governo convocou o embaixador brasileiro em Israel para "consultas", o que em linguagem diplomática demonstra desaprovação em relação a determinado país. O Brasil também votou a favor de investigações sobre "supostos crimes de guerra na Faixa de Gaza" no Conselho de Direitos Humanos da ONU.
    Apesar de Dilma não ter rompido com Israel e o Itamaraty reconhecer o direito de "Israel se defender", além de responsabilizar o Hamas pelos ataques, a resposta do governo israelense ao governo brasileiro foi desrespeitosa.
    O Ministro das Relações Exteriores de Israel, Yigal Palmor, deu uma declaração ao jornal "The Jerusalem Post" afirmando que o Brasil, que era um "gigante econômico e cultural, mas continua a ser um anão diplomático".
    Yigal Palmor foi mais ainda mais longe e, no auge de sua ironia e prepotência, afirmou que "desproporcional" havia sido a goleada de 7 a 1 que o Brasil levou da seleção da Alemanha na Copa do Mundo, mostrando como Israel trata com deboche o massacre que promove na Palestina.
    Estamos acompanhando em tempo real pelas informações e imagens chocantes que chegam pela internet, o genocídio que está acontecendo em Gaza, promovido pelo Estado de Israel. Mesmo assim, os governantes dos países fazem "vista grossa" aos acontecimentos, permitindo crueldades tais como as vistas no holocausto.
    O Brasil continua mantendo relações diplomáticas com o governo deste país e, acordos comerciais como o Tratado de Livre Comércio Israel-Mercosul e acordos de cooperação para tecnologia bélica e de defesa e segurança, como o que mantém desde 2010. Uma grande empresa de armamento israelense, por exemplo, a Elbit Systems, tem contrato com as Forças Armadas brasileiras. Para a Copa do Mundo, o Brasil adquiriu um drone israelense por nada menos que R$ 18 milhões. Recursos que financiam a matança de crianças palestinas.
    O Sintect-VP expressa seu apoio à todas as famílias da Palestina e ao povo trabalhador que está sendo dizimado. Somos contra todo e qualquer ataque genocida! Pela paz no Oriente Médio! Defendemos que o Brasil anule todos os contratos de defesa e segurança com este Estado que mata trabalhadores.
    Informações via www.pstu.org.br

    quarta-feira, 23 de julho de 2014


    O ato em defesa do povo palestino e contra o massacre perpetrado por Israel na Faixa de Gaza reuniu mais de 5 mil pessoas no dia 19 de julho em São Paulo. O protesto unificado foi convocado por entidades como a Frente Palestina de São Paulo, o Mopat (Movimento Palestina para Todos), e contou com a participação de entidades e organizações da comunidade árabe, centrais sindicais como a CSP-Conlutas, CUT e CTB, além de partidos como o PSTU, PCdoB e PSOL. O MTST também marcou grande presença, levando milhares de pessoas à manifestação.
    Com palavras-de-ordem como "Estado de Israel, estado assassino, e viva a luta do povo palestino", os manifestantes se concentraram em frente ao prédio da rede Globo, pois grande parte da imprensa faz uma cobertura absolutamente parcial do que vem ocorrendo na Palestina, a fim de justificar e legitimar os ataques do Estado sionista. Após a concentração, os ativistas saíram em passeata pela Avenida Engenheiro Luís Carlos Berrini e deram uma volta até entrarem na rua James Joule, onde fica consulado de Israel.
    Apesar do forte aparato policial postado em frente ao prédio, os manifestantes não caíram em nenhuma provocação. Lá, denunciaram as atrocidades cometidas pelo Estado de Israel contra os palestinos e defenderam uma Palestina livre, laica e democrática para todos.

    Sintect-VP é contra o genocídio!
    Nós do Sintect-VP nos posicionamos contra qualquer massacre, principalmente envolvendo mulheres, crianças e inocentes como o que infelizmente assistimos em Gaza.
    Não podemos nos calar e permitir um novo holocausto, e os absurdos que a grande mídia esconde, podemos acompanhar pelas redes sociais em tempo real. São imagens inacreditavelmente assustadoras, como os "recados" enviados por crianças israelenses a crianças palestinas na ponta de foguetes, a deputada israelense que propôs o assassinato de todas as mulheres palestinas para que não dessem mais à luz um único palestino, o telão montado ao ar livre em Tel-Aviv para que os israelenses assistam ao vivo os bombardeios em Gaza e as imagens chocantes de crianças mortas, mutiladas e famílias inteiras destruídas.
    O que ocorre, ao contrário do que se pensa, é algo muito além da religião e muito mais forte que qualquer rivalidade e como sempre, os EUA, os principais financiadores de Israel, manifestaram seu apoio à ofensiva militar contra Gaza e o seu direito de "se defender", nada falando sobre as dezenas de mortes de palestinos até agora. Além de sua geopolítica, Gaza assim seria um local estratégico para Israel seguir de forma direta com sua política da criação do estado etnicamente homogêneo: ou seja, um estado exclusivamente judeu. 
    O pretexto para os ataques desta vez, foi a morte de três jovens na Cisjordânia, território palestino ocupado militarmente por Israel também em 1967. A despeito de o Hamas ter negado ser responsável e a morte dos adolescentes ter se dado em circunstâncias ainda não esclarecidas, Israel condenou toda a população de Gaza a uma punição coletiva por estas mortes.
    O que a grande mídia não divulga é que – como nas ofensivas anteriores - os ataques antecedentes couberam a Israel. O que também não se divulga é que estes jovens judeus transitavam entre um assentamento ilegal e outro e foram mortos em uma região em que fundamentalistas não raro atacam violentamente palestinos. Portanto, não se descarta que Israel seja responsável também pela morte desses jovens.
    Fonte: www.pstu.org.br


    Ato contra o massacre de Israel em Gaza reúne mais de 5 mil em São Paulo

    Postado As:  00:51  |  Em:    |  Mais informações »


    O ato em defesa do povo palestino e contra o massacre perpetrado por Israel na Faixa de Gaza reuniu mais de 5 mil pessoas no dia 19 de julho em São Paulo. O protesto unificado foi convocado por entidades como a Frente Palestina de São Paulo, o Mopat (Movimento Palestina para Todos), e contou com a participação de entidades e organizações da comunidade árabe, centrais sindicais como a CSP-Conlutas, CUT e CTB, além de partidos como o PSTU, PCdoB e PSOL. O MTST também marcou grande presença, levando milhares de pessoas à manifestação.
    Com palavras-de-ordem como "Estado de Israel, estado assassino, e viva a luta do povo palestino", os manifestantes se concentraram em frente ao prédio da rede Globo, pois grande parte da imprensa faz uma cobertura absolutamente parcial do que vem ocorrendo na Palestina, a fim de justificar e legitimar os ataques do Estado sionista. Após a concentração, os ativistas saíram em passeata pela Avenida Engenheiro Luís Carlos Berrini e deram uma volta até entrarem na rua James Joule, onde fica consulado de Israel.
    Apesar do forte aparato policial postado em frente ao prédio, os manifestantes não caíram em nenhuma provocação. Lá, denunciaram as atrocidades cometidas pelo Estado de Israel contra os palestinos e defenderam uma Palestina livre, laica e democrática para todos.

    Sintect-VP é contra o genocídio!
    Nós do Sintect-VP nos posicionamos contra qualquer massacre, principalmente envolvendo mulheres, crianças e inocentes como o que infelizmente assistimos em Gaza.
    Não podemos nos calar e permitir um novo holocausto, e os absurdos que a grande mídia esconde, podemos acompanhar pelas redes sociais em tempo real. São imagens inacreditavelmente assustadoras, como os "recados" enviados por crianças israelenses a crianças palestinas na ponta de foguetes, a deputada israelense que propôs o assassinato de todas as mulheres palestinas para que não dessem mais à luz um único palestino, o telão montado ao ar livre em Tel-Aviv para que os israelenses assistam ao vivo os bombardeios em Gaza e as imagens chocantes de crianças mortas, mutiladas e famílias inteiras destruídas.
    O que ocorre, ao contrário do que se pensa, é algo muito além da religião e muito mais forte que qualquer rivalidade e como sempre, os EUA, os principais financiadores de Israel, manifestaram seu apoio à ofensiva militar contra Gaza e o seu direito de "se defender", nada falando sobre as dezenas de mortes de palestinos até agora. Além de sua geopolítica, Gaza assim seria um local estratégico para Israel seguir de forma direta com sua política da criação do estado etnicamente homogêneo: ou seja, um estado exclusivamente judeu. 
    O pretexto para os ataques desta vez, foi a morte de três jovens na Cisjordânia, território palestino ocupado militarmente por Israel também em 1967. A despeito de o Hamas ter negado ser responsável e a morte dos adolescentes ter se dado em circunstâncias ainda não esclarecidas, Israel condenou toda a população de Gaza a uma punição coletiva por estas mortes.
    O que a grande mídia não divulga é que – como nas ofensivas anteriores - os ataques antecedentes couberam a Israel. O que também não se divulga é que estes jovens judeus transitavam entre um assentamento ilegal e outro e foram mortos em uma região em que fundamentalistas não raro atacam violentamente palestinos. Portanto, não se descarta que Israel seja responsável também pela morte desses jovens.
    Fonte: www.pstu.org.br



    O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) voltou a ficar acima dos 6,5% em 12 meses fechados em junho. 
    A última vez que o indicador havia estourado o teto da meta de inflação havia sido em junho de 2013, quando fechou em 6,7%. 
    A inflação prevista pelo governo federal era de 4,5%, e teve que admitir oficialmente também que o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro sofrerá desaceleração neste ano. Por meio do relatório de receitas e despesas do terceiro bimestre do orçamento de 2014, divulgado pelo Ministério do Planejamento na quarta-feira, dia 22, a estimativa oficial do governo de crescimento da economia brasileira neste ano recuou de 2,5% para 1,8%. 

    O PIB é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, a riqueza vinda do nosso trabalho usada para medir a evolução da economia.
    A projeção média de 100 analistas consultados pelo Banco Central foi de que o IPCA encerrará 2014 em 6,46%.
    O início da Copa do Mundo em junho impactou diretamente a inflação. Com a alta dos preços das passagens aéreas e dos hotéis, tais itens responderam por metade da inflação do mês. Ou seja, além da Copa do Mundo não ter sido feita para que o povo brasileiro fosse aos estádios, ainda por cima o evento não gerou tantos empregos e a classe trabalhadora vai ter que pagar a conta da inflação.

    Alimentação e Bebidas também registro alto índice de inflação. Uma pesquisa realizada pela Fiesp revelou que os brasileiros estão sentindo no bolso a alta dos preços e que os salários não duram até o fim do mês. O estudo revela ainda que, para 73% das pessoas, a política econômica do governo é a principal responsável pela inflação. Além da política econômica do governo, a crise econômica internacional é apontada por 10% dos brasileiros ouvidos como motivo para a elevação de preços. Outros 7% indicam as empresas como causadoras da inflação, e 3% apontam os próprios consumidores como responsáveis. 

    A maior alta veio de Despesas Pessoais, grupo que inclui o item hotéis (avançou 1,57% em junho contra 0,8% em maio) e transportes, que também subiu (0,37% em junho contra a queda de 0,45% em maio).

    Inflação acumula alta de 6,52% e Governo admite desaceleração do PIB

    Postado As:  00:12  |  Em:    |  Mais informações »


    O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) voltou a ficar acima dos 6,5% em 12 meses fechados em junho. 
    A última vez que o indicador havia estourado o teto da meta de inflação havia sido em junho de 2013, quando fechou em 6,7%. 
    A inflação prevista pelo governo federal era de 4,5%, e teve que admitir oficialmente também que o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro sofrerá desaceleração neste ano. Por meio do relatório de receitas e despesas do terceiro bimestre do orçamento de 2014, divulgado pelo Ministério do Planejamento na quarta-feira, dia 22, a estimativa oficial do governo de crescimento da economia brasileira neste ano recuou de 2,5% para 1,8%. 

    O PIB é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, a riqueza vinda do nosso trabalho usada para medir a evolução da economia.
    A projeção média de 100 analistas consultados pelo Banco Central foi de que o IPCA encerrará 2014 em 6,46%.
    O início da Copa do Mundo em junho impactou diretamente a inflação. Com a alta dos preços das passagens aéreas e dos hotéis, tais itens responderam por metade da inflação do mês. Ou seja, além da Copa do Mundo não ter sido feita para que o povo brasileiro fosse aos estádios, ainda por cima o evento não gerou tantos empregos e a classe trabalhadora vai ter que pagar a conta da inflação.

    Alimentação e Bebidas também registro alto índice de inflação. Uma pesquisa realizada pela Fiesp revelou que os brasileiros estão sentindo no bolso a alta dos preços e que os salários não duram até o fim do mês. O estudo revela ainda que, para 73% das pessoas, a política econômica do governo é a principal responsável pela inflação. Além da política econômica do governo, a crise econômica internacional é apontada por 10% dos brasileiros ouvidos como motivo para a elevação de preços. Outros 7% indicam as empresas como causadoras da inflação, e 3% apontam os próprios consumidores como responsáveis. 

    A maior alta veio de Despesas Pessoais, grupo que inclui o item hotéis (avançou 1,57% em junho contra 0,8% em maio) e transportes, que também subiu (0,37% em junho contra a queda de 0,45% em maio).

    segunda-feira, 21 de julho de 2014

    Foto: Acidente em Itabela na Bahia no dia 10 de junho de 2014,
    não houve mortos porém o motorista ficou gravemente ferido


    *Com informações da Agência Câmara e CONJUR
    O Brasil é o quarto país do mundo em número de acidentes fatais no trabalho! O dado foi apresentado pelo próprio coordenador de Saúde do Trabalhador do Ministério da Saúde, Jorge Mesquita, em audiência na Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados. 
    Mesquita afirmou que os grupos mais vulneráveis são: motoristas, agentes de segurança e trabalhadores da construção civil e rurais. 
    Ele também apresentou dados do Dieese, segundo os quais o risco de um empregado terceirizado morrer em decorrência de uma acidente de trabalho é cinco vezes maior do que nos demais segmentos produtivos.
    Segundo estimativas da Organização Internacional do Trabalho (OIT), ocorrem anualmente no mundo cerca de 270 milhões de acidentes de trabalho, além de aproximadamente 160 milhões de casos de doenças ocupacionais. Dos trabalhadores mortos, 22 mil são crianças, vítimas do trabalho infantil. 
    Ainda segundo a OIT, todos os dias morrem, em média, cinco mil trabalhadores devido a acidentes ou doenças relacionadas ao trabalho. 

    O ritmo alucinante de trabalho mutila diariamente os trabalhadores. A precarização e a terceirização agravam ainda mais a exploração e faz crescer as doenças ocupacionais. Entre estas doenças, as mais comuns são LER/DORT (Lesões por Esforço Repetitivo e Doenças Osteomusculares Relacionadas ao Trabalhado).


    O governo Dilma, a saúde e a segurança dos trabalhadores

    O governo do PT continuou o desmonte feito na área da saúde e segurança do Ministério do Trabalho iniciada no governo FHC do PSDB. O governo não dá atenção à saúde dos trabalhadores e os acidentes continuam crescendo. Os cortes de 50 bilhões no orçamento da União vão precarizar ainda mais estas áreas. Faltam fiscais e condições de trabalho. 


    Importância das CIPAS e Delegados Sindicais
    É importante a organização no local de trabalho através das CIPAS e delegados sindicais, para que os trabalhadores organizados possam caminhar no sentido do controlar a produção, diminuir o ritmo de trabalho para garantir a saúde e a sua segurança. 

    Somente a mobilização dos trabalhadores é capaz de reverter essa situação!

    O trabalho é um meio de vida, não um meio de invalidez ou morte!

    É preciso exigir investimentos em prevenção nas empresas, melhores condições de trabalho e mais contratações para que uma pessoa não faça o trabalho de duas ou mais!

    Exigir do governo o fim dos cortes no orçamento e sua aplicação na saúde e segurança dos trabalhadores. 

    Exigir o fim da alta programada do INSS, órgão que tortura ainda mais o trabalhador que se acidenta ou adoece! Muitas vezes, através da alta programada, tem que retornar ao trabalho sem condições físicas ou psicológicas e a empresa não aceita o seu retorno. Fica sendo jogado de um lado para outro e muitas vezes ficam meses sem receber salário, pois a empresa e o INSS se recusam a pagá-lo.



    Brasil é o quarto país com mais acidentes fatais no trabalho

    Postado As:  23:13  |  Em:    |  Mais informações »

    Foto: Acidente em Itabela na Bahia no dia 10 de junho de 2014,
    não houve mortos porém o motorista ficou gravemente ferido


    *Com informações da Agência Câmara e CONJUR
    O Brasil é o quarto país do mundo em número de acidentes fatais no trabalho! O dado foi apresentado pelo próprio coordenador de Saúde do Trabalhador do Ministério da Saúde, Jorge Mesquita, em audiência na Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados. 
    Mesquita afirmou que os grupos mais vulneráveis são: motoristas, agentes de segurança e trabalhadores da construção civil e rurais. 
    Ele também apresentou dados do Dieese, segundo os quais o risco de um empregado terceirizado morrer em decorrência de uma acidente de trabalho é cinco vezes maior do que nos demais segmentos produtivos.
    Segundo estimativas da Organização Internacional do Trabalho (OIT), ocorrem anualmente no mundo cerca de 270 milhões de acidentes de trabalho, além de aproximadamente 160 milhões de casos de doenças ocupacionais. Dos trabalhadores mortos, 22 mil são crianças, vítimas do trabalho infantil. 
    Ainda segundo a OIT, todos os dias morrem, em média, cinco mil trabalhadores devido a acidentes ou doenças relacionadas ao trabalho. 

    O ritmo alucinante de trabalho mutila diariamente os trabalhadores. A precarização e a terceirização agravam ainda mais a exploração e faz crescer as doenças ocupacionais. Entre estas doenças, as mais comuns são LER/DORT (Lesões por Esforço Repetitivo e Doenças Osteomusculares Relacionadas ao Trabalhado).


    O governo Dilma, a saúde e a segurança dos trabalhadores

    O governo do PT continuou o desmonte feito na área da saúde e segurança do Ministério do Trabalho iniciada no governo FHC do PSDB. O governo não dá atenção à saúde dos trabalhadores e os acidentes continuam crescendo. Os cortes de 50 bilhões no orçamento da União vão precarizar ainda mais estas áreas. Faltam fiscais e condições de trabalho. 


    Importância das CIPAS e Delegados Sindicais
    É importante a organização no local de trabalho através das CIPAS e delegados sindicais, para que os trabalhadores organizados possam caminhar no sentido do controlar a produção, diminuir o ritmo de trabalho para garantir a saúde e a sua segurança. 

    Somente a mobilização dos trabalhadores é capaz de reverter essa situação!

    O trabalho é um meio de vida, não um meio de invalidez ou morte!

    É preciso exigir investimentos em prevenção nas empresas, melhores condições de trabalho e mais contratações para que uma pessoa não faça o trabalho de duas ou mais!

    Exigir do governo o fim dos cortes no orçamento e sua aplicação na saúde e segurança dos trabalhadores. 

    Exigir o fim da alta programada do INSS, órgão que tortura ainda mais o trabalhador que se acidenta ou adoece! Muitas vezes, através da alta programada, tem que retornar ao trabalho sem condições físicas ou psicológicas e a empresa não aceita o seu retorno. Fica sendo jogado de um lado para outro e muitas vezes ficam meses sem receber salário, pois a empresa e o INSS se recusam a pagá-lo.



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